Celeiros podem estar cheios e o coração vazio.

Tudo o que foi acumulado perde o valor diante do fim inesperado.

Adriana Zimmermann

8/3/20261 min read

Quando os celeiros se tornam nossa segurança

Texto base: Lucas 12:16–21

Jesus conta a parábola de um homem cuja terra produziu abundantemente. Diante da prosperidade, ele pensa apenas em si mesmo: derrubar celeiros, construir outros maiores e descansar naquilo que acumulou. Seus planos parecem prudentes, mas seu erro foi mais profundo do que aparenta.

O problema não foi possuir bens, mas depositar neles a segurança da vida. O homem fala consigo mesmo, planeja para si mesmo e encontra descanso apenas no que pode guardar. Deus, então, o chama de insensato — não por prosperar, mas por esquecer da fragilidade da vida e da eternidade.

Aquela mesma noite, sua vida lhe é exigida. Tudo o que foi acumulado perde o valor diante do fim inesperado. Jesus conclui com uma verdade eterna: assim acontece com quem ajunta riquezas para si, mas não é rico para com Deus.

Esse texto nos chama a reavaliar onde está nossa confiança. Não sabemos quanto tempo temos aqui. Por isso, a única riqueza segura é aquela que ultrapassa o tempo e alcança a eternidade.

Celeiros podem estar cheios e o coração vazio.
Mas quem é rico em Deus possui o que o tempo não pode roubar.

Para refletir

Em que tenho colocado minha segurança? Nos recursos que consigo acumular ou no Deus que sustenta minha vida? Há algo que ocupa meu coração mais do que o próprio Senhor?

Pergunta do dia

Se hoje Deus olhasse para aquilo que considero meu maior tesouro, Ele encontraria um coração rico n'Ele ou apenas celeiros cheios?

Oração

Senhor, livra-me da falsa segurança do acúmulo. Ensina-me a usar o que tenho sem permitir que isso governe meu coração. Que eu busque ser rica em Ti, investindo no que permanece. Amém.

Onde a Voz de Deus Encontra o Coração